ATENÇÃO: Blog sem vínculos institucionais! Instrumento particular do Professor.

22 janeiro 2010

Laura Vicuna - Padroeira das Vitimas de Abuso

Ela não é muito conhecida no Brasil, mas teve uma vida semelhante a vida de tantas meninas que sofreram tentativa de abuso. Como Santa Maria Goretti (Itália) e  Beata Albertina Berkenbrock (Brasil), Laura Vicuña (Argentina) foi uma menina que lutou com todas as forças para não ser violentada sexualmente. E por isso foram levadas à glória do altar pela Igreja Católica.


Convém conhecer um pouco sobre a menina Beata Laura Vicuña. Confira nas linhas abaixo, extraídas da Wikipédia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Laura_Vicu%C3%B1a):




Laura Vicuña Pino nasceu em Santiago do Chile, em 5 de abril de 1891, e morreu em  Junín de los Andes, no dia 22 de janeiro de 1904. É padroeira das vítimas de abusos e incestos, dos órfãos, dos mártires e da Argentina. Seu dia é 22 de janeiro.
Laura era a primeira filha do matrimônio de José Domingo Vicuña e Mercedes Pino. Seu pai era militar e pertencia a uma família da alta sociedade chilena; sua mãe, por sua vez, vinha de uma camada social mais humilde, o que não agradava muito à família de seu esposo.
No fim do século XIX, o Chile enfrentava uma Guerra Civil e de Sucessão. Nm dos lados na disputa estava Cláudio Vicuña, um parente distante de José Domingo, a quem queriam fazer o sucessor do presidente José Manuel Balmaceda. Sem embargo, Vicuña não aceitou o cargo e iniciou-se uma perseguição a toda a família Vicuña, obrigando seus membros a partir para o exílio.
Em 1894, logo após o nascimento de Júlia Amanda, a segunda filha de Mercedes e José Domingo, este faleceu, deixando a esposa e as filhas sem recursos, sem um futuro claro ou horizontes que pudessem seguir, além do risco decorrente de carregar o sobrenome Vicuña. Como uma medida desesperada, as três rumaram para a Argentina, onde permaneceriam por um tempo, enquanto os conflitos no Chile continuassem.
Mercedes e suas filhas se estabeleceram nas proximidades de Neuquén, Argentina. Inicialmente, a chefe da família procurou trabalho para bancar os estudos das meninas, chegando à estância de Quilquihué, de propriedade de Manuel Mora. Este não tardaria a aproximar-se de Mercedes, pressionando-a para que vivesse como sua esposa; assim, ele bancaria os estudos de suas filhas e as três poderiam permanecer na estância.
Assim, Laura ingressou no colégio "Las Hijas de María Auxiliadora", pertencente à Congregação Salesiana, onde foi instruída tanto cultural como religiosamente.
Laura realizou sua primeira comunhão em 2 de junho de 1901, manifestando sua vocação de amor a Deus e a sua vontade de servi-Lo, demonstrando-se inclusive disposta a entregar sua vida em vez de pecar.
Devido à sua profunda conexão com Deus, muitas companheiras pensavam que Laura se sentia superior a elas, uma vez que passava recreios completos rezando na capela do colégio.
Apesar de sua pouca idade, já possuía uma grande maturidade, que lhe permitiu conhecer os problemas de sua mãe e notar o quão distante se encontrava de Deus. Isto a motivou a rezar todos os dias pela conversão de sua mãe e para que abandonasse Manuel Mora.
Mercedes Vera (Mercedita) era a melhor amiga de Laura no colégio, acompanhando-a não somente nos estudos, mas também em sua devoção espiritual; era com ela que compartilhava os desejos que alimentava em seu coração, e junto a ela fez-se filha de Maria para assemelhar-se em virtudes com a mãe de Jesus.
Durante uma de suas férias escolares, Laura sofreu dois violentos ataques por parte do padrasto, que buscava dobrá-la às suas vontades. Como não alcançou seu objetivo, Manuel negou-se a continuar custeando os gastos dos estudos das meninas.
Imediatamente, o colégio resolveu o problema e permitiu que Laura seguisse estudando. Apesar disto, Laura sentia que a situação de sua mãe não havia melhorado, sentindo que não havia feito nada para ajudá-la.
Um dia, recordando da frase de Jesus: "Não há mostra de amor maior que dar a vida por seus amigos", Laura opta por entregar sua vida em troca da salvação de sua mãe. Este pedido foi escutado e em poucos meses caiu enferma, piorando sua saúde conforme avançava sua enfermidade. Em uma visita com sua mãe, Manuel Mora a agride, deixando-a ferida em sua cama.
Antes de morrer, Laura pede a sua mãe: “Morro; eu mesma o pedi a Jesus. Faz dois anos que ofereci minha vida por ti, para pedir a graça de sua conversão, mamãe. Antes de morrer, terei a sorte de ver-te arrependida?” Mercedes, com os olhos molhados, respondeu-lhe: “Te juro que farei o que me pedes. Deus é testemunha de minha promessa.” Finalmente, Laura sorri e diz a sua mãe: “Graças, Jesus! Graças, María! Adeus, mamãe! Agora morro contente!”
Assim, em 22 de janeiro de 1904, morreu Laura Vicuña Pino, entregando sua vida para a conversão de sua mãe. Seu corpo repousou, entre 1937 e 1958, no cemitério de Neuquén, tendo sido transladado para Baía Blanca, onde se encontram atualmente.
Após a morte de Laura, sua mãe refugiou-se durante algum tempo na Argentina, antes de mudar-se para Temuco. Em 1906, retornou à cidade de Junín de los Andes, onde sua segunda filha, Amanda, casou-se com Horácio Jones aos 12 anos de idade.
Com o matrimônio de sua filha, mudou-se para Freire, onde se casou na igreja e no civil com Malitón Parra, homem trabalhador e justo. Mercedes morreu em 17 de setembro de 1929. Manuel Mora foi assassinado numa disputa, durante uma corrida de cavalos, entre 1906 e 1907.
A Congregação Salesiana iniciou o processo de canonização de Laura, na década de 1950, encomendando a tarefa à Madre Célia Genghini, que passou vários anos coletando informações sobre sua vida e obra. Um impulso para a congregação foi a beatificação de Domingos Sávio (5 de março de 1950) e a canonização de Maria Goretti (24 de junho de 1950). Foi assim que na cidade de Viedma, província de Rio Negro, iniciou-se o processo de beatificação de Laura Vicuña. Célia Genghini não chegou a ver sua obra realizada, pois morreu naquele mesmo ano.
Laura não podia ser considerada mártir, e sua pouca idade não dava muitas esperanças para sua beatificação. De qualquer maneira, em março de 1981, este último requisito foi alcançado pela Congregação Plenária no Dicastério Romano. Com o decreto de 18 de março de 1982, a Congregação para a Causa dos Santos introduz a causa de Laura Vicuña. Em 5 de junho de 1986, com o Decreto de Virtudes Heróicas, Laura Vicuña Pino foi declarada Venerável.
Seu processo de beatificação foi impulsionado pelo milagre que, por sua intercessão, Deus concedeu à religiosa pertencente à ordem de Maria Imaculada, Ofélia del Carmen Lobos Arellano. Esta religiosa sofria de problemas pulmonares, e sua saúde se encontrava bastante delicada. Em agosto de 1955, foi desenganada pelos médicos, que a enviaram ao seu convento para “morrer em casa”. De imediato, pôs-se a rezar com fé a Laura Vicuña e melhorou de forma notória, recuperando a saúde e parte dos pulmões que se achavam irrecuperáveis. Na pesquisa científica da Congregação pela Causa dos Santos, foi catalogada como "5 sobre 5, recuperação inexplicável mediante a ciência".
Com o milagre já cumprido, em 3 de setembro de 1988 foi beatificada pelo Papa João Paulo II, em meio às celebrações pelos cem anos da morte de São João Bosco.
Aos pés do Cerro Renca e ocupando 30 hectares, na cidade de Santiago, encontra-se localizado o Santuário de Laura Vicuña, que possui uma capela com capacidade para cem pessoas, salas para encontros católicos e uma ampla área para reuniões de grupos dispostos a orar com Laura Vicuña.
Em 9 de dezembro de 1999, na cidade de Junín de los Andes, inaugurou-se um templo que foi restaurado e dedicado à memória de Laura Vicuña, sendo bancado pelas alunas do Colégio Maria Auxiliadora. A Primeira Eucaristia foi celebrada pelo Bispo de Neuquén, Mons. Agustín Radrizzani.


Bibliografia
-   Vida de Laura Vicuña, Editorial CSS, ISBN 848316762X (em espanhol)
-   Laura Vicuña, Editoral CSS, ISBN 8470438298 (em espanhol)
-  Una muchacha valiente: Laura Vicuña, ISBN 8483167611 (em espanhol)
-   Beata Laura Vicuña, ISBN 9604051 (em espanhol)
-   Laurita delle Ande. Vita di Laura Vicuna, ISBN 8831526979 (em italiano)
-   Laura Vicuña, Editora Salesiana, ISBN 8575471651(em português)


Filme
Em 1993, houve a produção filme Laura, Un Gran Amor dirigido por Giuseppe Rolando e que narrava a vida de Laura Vicuña e seus padecimentos antes de alcançar a conversão de sua mãe.




Transcrito do site http://grandessantosriodedeus.blogspot.com/ , para facilitar a questão de links (ali foram editados, de tal forma que não conduzissem à pagina de edição da Wikimapia, pondo-a em eventual risco). Fonte original no referido blog: http://grandessantosriodedeus.blogspot.com/2010/01/beata-laura-vicuna-1904-22-de-janeiro_21.html 


21 janeiro 2010

Compromissos 2010

CARTA DE COMPROMISSOS 2010


• Ser um referencial positivo na vida de todos que de mim se aproximarem, especialmente crianças, adolescentes e jovens. Para eles quero ser um referencial positivo, um porto seguro com o qual poderão contar, diante de tantos fatos negativos e contra-valores que envolvem a todos.

• Meu princípio amplo de trabalho: “respeitar para ser respeitado”. Essa será – e sempre foi – a lógica de meu relacionamento dentro e fora da sala de aula, com todos os seres humanos. A recíproca haverá de ser verdadeira também, sempre.

• Todo meu trabalho docente será, como sempre, sustentado em dois pilares: leitura prazer no início das aulas (com desdobramentos inter e supra-disciplinares) e resgate do lúdico na escola - “hora do brinquedo” (brincando a criança se socializa, toma contato com regras, passa a ver a Escola como algo prazeroso etc). Nesse sentido estarei criando e divulgando Planos de Trabalho. Acredito que conteúdos atitudinais e habilidades devam caminhar juntos com os conteúdos tradicionalmente consagrados, se de fato queremos formar cidadãos.

• Meu “norte” de trabalho será (como sempre foi) a criação da autonomia progressiva dos alunos. A criança deverá sempre caminhar para a autonomia, ou seja, o governo: de seu corpo, de seu espaço, de seus pertences e de suas ações. Sem isso, o processo educativo da criança fica comprometido, com reflexos no coletivo da classe (quem não cuida de si, cria problemas para todos). Nesse sentido, a família deverá colaborar (aceitando ou não), pois o exercício da cidadania passa pela capacidade de cuidar de si em primeiro lugar. Afinal, a criança não terá o adulto sempre para amarrar seu tênis, servir sua refeição, apontar seus lápis, tomar parte de suas encrencas etc. Queremos cidadãos ou parasitas sociais, que dependem dos outros para ter ação? O cordão umbilical já foi cortado, ou vai matar a criança por asfixia em torno do pescoço? O parto biológico já ocorreu; o parto social está (ou deveria estar) em processo progressivo.

• Prioridade de ação: o aluno em primeiro lugar (1 – O Estatuto da Criança e do Adolescente garante-lhe prioridade nacional absoluta; 2 – sem o Aluno não existe o Professor e, sem estes dois, não existe a Escola e seus desdobramentos institucionais – Professor e Aluno = célula-núcleo da Instituição). Dai a necessidade de direcionar-lhe todas as ações. E é por esta “peneira” que passarão todas as minhas decisões, inclusive os quesitos burocráticos. O Legal jamais poderá estar à frente do Ético (ambos são faces de uma mesma moeda). O “papel solicitado” deverá ser sempre para atender melhor o aluno, respeitando-lhe o caminhar – individual e enquanto classe; se esta finalidade não estiver bem clara, o “papel” vai para o final da fila.

• Nunca imporei minha escala de valores a ninguém, mas deixarei claro que a mesma sempre estará norteando minhas ações pedagógicas. Igualmente, dialogarei com escalas de valores diferentes dos meus, assimilando o que eles possuem de positivo, mas sem concordância passiva; tolerância não é nem passividade, nem imposição de um sobre o outro. A Unidade pressupõe Diversidade, sem prevalências ou submissões – isto vale também para a multiplicidade de ferramentas pedagógicas (teóricas e práticas). E Educação é crença: só se faz plenamente bem o que é feito com convicção.


Enfim, expus acima, de forma bem resumida, meus objetivos para este ano de 2010. Considero como o mínimo do mínimo para que haja um trabalho de qualidade, no qual eu possa respeitar a todos ao mesmo tempo em que me faço respeitar. Tudo aquilo não posto nesses pontos será objeto de ampla negociação; porém o conteúdo supracitado será executável de forma automática e direta. São como a estrutura de um edifício: se mexer, comprometerá a firmeza da obra; mas os acabamentos (pontos não elencados e, portanto, negociáveis) serão sempre bem-vindos, pois enriquecerão e embelezarão a obra.

Acredito que, meus princípios e projetos pedagógicos (vivenciados e enriquecidos por uma caminhada de mais de uma década na mesma comunidade), enxertados nas metas e propostas assinaladas pela Prefeitura de São Paulo, contribuirão para um grande progresso de nossos alunos – estes, sim, prioridade de qualquer sistema educativo que se preze (todo o resto vem por consequência).

Tenho plena certeza de que estes meus princípios em nada colidem com a legislação em vigor. Muito pelo contrário, é uma forma de dar-lhe pleno cumprimento – somando minha experiência prática aos ideais e metas de nosso Sistema Educacional.


Acredito e adoto a pratica educativa laica, a fim de assegurar amplo respeito à diversidade cultural brasileira. Mas nada impede de citar dois autores que, em seu tempo e contexto, fizeram algo pela educação:

“Manifestem, em toda a sua conduta, o respeito aos alunos que lhes têm sido confiados”.
“Vocês devem educar com firmeza de pai e ternura de mãe”.
(João Batista de La Salle, 1651 – 1719)

“Em todo jovem, mesmo no mais infeliz, há um ponto acessível ao bem, e a primeira obrigação do educador é a de buscar esse ponto, essa corda sensível do coração, e tirar bom proveito”.
“Os educadores sejam como pais carinhosos. Falem, sirvam de guia em todas as circunstâncias, dêem conselhos e corrijam com bondade”.
(João Bosco, 1815 – 1888)
  

Finalizando, proponho para nossa prática educativa um texto sobre o Respeito e a Diversidade, bem como o valorizar as qualidades de cada um:






(o vídeo acima é externo, hospedado no Youtube; caso haja algum bloqueio em seu computador, entre em contato com o responsável pelo mesmo; este vídeo não é de minha autoria, nem hospedado em minha página, por isso não posso garantir sua exibição em todos os momentos, apenas estou apontando para o mesmo).
 

ASSEMBLEIA NA CARPINTARIA

Contam que na carpintaria houve, certa vez, uma estranha assembleia.
Foi uma reunião de ferramentas para "acertar as suas diferenças".
O MARTELO exerceu a presidência, mas os participantes lhe notificaram que teria que renunciar. A causa? Fazia demasiado barulho: e além do mais, passava todo o tempo "golpeando". O MARTELO aceitou sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o PARAFUSO, dizendo que ele "dava muitas voltas" para conseguir algo.
Diante do ataque, o PARAFUSO concordou, mas, por sua vez, pediu a expulsão da LIXA. Dizia que ela "era muito áspera" no tratamento com os demais, entrando sempre em atritos. A LIXA acatou, com a condição de que se expulsasse o METRO, que sempre "media os outros, segundo sua medida", como se fosse o único perfeito.
Nesse momento, entrou o CARPINTEIRO! Entrou, juntou o material e iniciou o seu trabalho. Utilizou o MARTELO, a LIXA, o METRO e o PARAFUSO. Finalmente, a rústica madeira se converteu num fino móvel.
Quando a carpintaria ficou novamente só, a assembleia reativou a discussão.
Foi então que o SERROTE tomou a palavra e disse:
"Senhores, ficou demonstrado que temos defeitos, mas o carpinteiro trabalha com 'nossas qualidades', com nossos pontos valiosos. Assim, não pensemos em nossos pontos fracos, concentremo-nos em nossos pontos fortes".
A assembleia entendeu que o martelo era FORTE, o parafuso UNIA e DAVA FORÇA, a LIXA era especial para limar e AFINAR ASPEREZAS, e o metro era PRECISO e EXATO. Sentiam alegria pela oportunidade de trabalharem juntos.
Ocorre o mesmo com os seres humanos. Basta observar e comprovar. Quando uma pessoa busca defeitos em outra, a situação torna-se tensa e negativa; ao contrário, quando busca, com sinceridade, os pontos fortes dos outros, florescem as "melhores conquistas humanas".
É fácil encontrar defeitos, qualquer um pode fazê-lo.
Mas encontrar qualidades... isto é para os sábios!!!
Autor Desconhecido


Revista de Aparecida, ano 1, nº 12,
março de 2003, Ed. Santuário,
Caixa Postal 41 CEP 12570-970
Aparecida do Norte - SP
www.santuarionacional.com.br  
Fonte: http://salvemaria.sites.uol.com.br/carp.htm
Link do vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=YEsaEGDa3GQ 
 
Este e outros textos para refletir. Visite o blog: http://textosmeditativos.blogspot.com/ 

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08 março 2009

Campanha da Fraternidade 2009 -

Campanha da Fraternidade 2009 - "A paz é fruto da justiça" - Fraternidade e Segurança Pública

"Onde pões tua confiança?
Segurança, quem te traz?
É o amor que tudo alcança;
Só a justiça gera a paz!"

Refrão do Hino da Campanha e elenco de algumas palavras chaves, lista a ser completada e praticada por todos.

Cartaz e Música: CNBB - http://www.cnbb.org.br/
Edição: João César - http://profjoao.zip.net/

01 março 2009

História: O Menino e a Tartaruga - Música: Vida

Narração da história, de domínio popular, na qual o sábio avô ensina ao neto que não conseguirá nada enquanto bate na tartaruga, pois somente o calor do acolhimento, do carinho, lava a tartaruga a sair de seu casco.

Complementa essa narração a música "Vida", do Padre Gildásio Mendes, onde aspectos positivos da vida são valorizados, dos mais simples aos mais complexos.

O presente vídeo é para uso didático, interditado todos os demais.

Criação: Professor João Cesar ( http://profjoao.zip.net/ )

18 janeiro 2009

Marcas do que se foi (com áudio)

"Marcas do que se foi"
Duração: 01min29seg.
Edição: Professor João César - http://profjoao.zip.net/

"Dedico este vídeo musical a todos os que estarão caminhando comigo neste ano que se inicia.
Saibamos dar-nos as mãos, caminhando juntos e corrigindo-nos fraternalmente, como gostaríamos que fizessem conosco!"

Vídeo criando a partir da música "Marcas do que se foi".
Composição da música: Zurana.
Interpretação: Padre Juarez de Castro - http://www.padrejuarez.com.br

As imagens de fundo são de domínio público, acessadas a partir do site Google.

Professor João Cesar criou e editou este vídeo para finalidades pedagógicas. Use na íntegra e com todos os créditos. Uso pessoal.

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